pesquisa eleitoral

“O uso de pesquisas para planejamento de campanhas eleitorais [...] é um fenômeno recente e ainda pouco difundido. [...] Mas ainda que escasso, algum recurso sempre há. Trata-se portanto, de discutir a prioridade das pesquisas eleitorais, entre as muitas necessidades legítimas de uma campanha. Trata-se ainda, de uma questão de planejamento financeiro, posto que pesquisa não costuma ser um item entre os vários orçados, para o qual se busque recursos específicos. Sem ter sido previsto, a máxima que depois tende a prevalecer é: ‘temos pouco dinheiro, não dá pra fazer pesquisa’.

Ora, o raciocínio estratégico deveria ser o inverso: ‘temos pouco dinheiro, não dá pra desperdiçar’. [...] Ou seja, quanto menos munição, mais certeiro tem de ser o tiro, maior deveria ser a valorização da busca de subsídios para a definição do eixo e formato das ações de comunicação. “ – Gustavo Venturini, 2000.

Nossa longa experiência em relação às campanhas eleitorais é um diferencial importante, pois agrega qualidade ao trabalho. Definir as informações necessárias nos diversos momentos da campanha é imprescindível, desta forma pode-se elaborar um conjunto de perguntas adequado, orientando com precisão a tática correta a ser adotada.

A estratificação da amostra com dados atualizados retirados do CENSO e TSE, aplicados em território previamente dividido pelo critério geopolítico, possibilitará separar as informações e a posterior análise para estabelecer uma ação diferenciada e mais eficiente em cada parte da segmentação geográfica, e/ou agrupamentos de variáveis.

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